Convenção Guia-se Negócios pela Internet

Convenção Guia-se Negócios pela Internet

 Convenção Guia-se Negócios pela Internet

Gostaríamos de dividir nossas alegrias e felicidades com todos os nossos familiares, clientes, amigos e colegas de trabalho pela conquista novamente neste ano de 2016 (na data de ontem 06/Out/2016) por alcançarmos o Segundo (2º) Lugar na convenção da empresa Guia-se Negócios pela Internet. Isso nos move ainda mais adiante para realizar nossos sonhos e atendermos cada vez melhor nossos clientes e amigos.

A geração Y na Black Friday

A geração Y na Black Friday

GERAÇÃO Y NA BLACK FRIDAY

O que de fato eles (as) desejam consumir?

Quais os pensamentos deles (as)?

Em quais mídias e onde eles estão?

A Guia-se Vinhedo e Valinhos ajuda entender às expectativas do público que faz parte da Geração Y. São cerca de 51 milhões jovens que nasceram entre os anos 80 e 2000. Esse pessoal consome serviços e produtos de maneira muito diferente que você possa imaginar. Eles (as) chegaram ao mundo em um momento em que a tecnologia estava por toda parte. Um período em que usar a internet é tão natural quanto acender uma lâmpada.

A geração Y na Black Friday sucedeu a ‘Geração X’, de nascidos entre 65 e o final da década de 70. Essa sopa de letras é importante para o empreendedor brasileiro porque eles consomem serviços e produtos de uma maneira muito diferente.

“É uma geração que compra, mas ela compra se ela acreditar que aquilo está sendo por um bem maior, que o valor é justo e que não está tentando te enganar de alguma forma, te vendendo alguma coisa que você não pagaria por aquilo”. Explica Daniel Oliveira A ‘Geração Y’ é formada por um pessoal que tem informação de todos os lugares o tempo todo. Por isso, muitas vezes, é taxado de ansioso. Então, o principal é chamar a atenção dessas pessoas, o que é possível na internet e, principalmente, nas redes sociais, onde muitas pessoas dessa geração recorrem antes de consumir.

Os veículos de divulgação são plataformas de compartilhamento de vídeo; podcasts, que são como programas de rádio sobre assuntos específicos que qualquer pessoa pode baixar; blogs e mídias sociais. Sejam figuras conhecidas na internet ou anônimos, todos opinam sobre tudo. “E isso para o consumo é excelente porque se o produto é bom, viraliza. Ela (es) compartilham, falam assim ‘comprei esse produto, ele é excelente’”, diz Daniel. Bom-humor e irreverência são fundamentais. Mas, deve ter cuidado para esse megafone da internet não amplificar os fracassos. “Para o bem e para o mal, ela vai falar da sua marca”, alerta Daniel Oliveira.

LINK: SAIBA MAIS:

A geração Y na Black Friday gosta de se envolver no processo das empresas e, por exemplo, ajudar a criar um produto. Cansado das lanchonetes tradicionais e negócio para agradar a geração desejada. No lugar não há garçom anotando pedido no papel. O cliente escolhe e monta o lanche usando uma tela touch.

“O nosso conceito é trazer liberdade para o cliente escolher. Eles podem montar da forma que bem quiser, diz Daniel. “Se puder facilitar a forma como a pessoa faz o seu lanche, assim como fazer com que ele tenha exatamente o que ele quer no sanduíche dele, eu acho que isso que chama atenção, isso que faz diferença.

“Tem que ter muito cuidado com o cliente final. A geração Y na Black Friday dá muito mais valor ao atendimento do que uma geração anterior. Ela tem que ser inovadora”, lembra Daniel Oliveira.

A ‘Geração Z’, que nasceu depois do ano 2000, também já chegou ao mercado consumidor. “Ela é uma Y exponenciada. Ela é mais digital, tem mais cuidado com o ambiente. Ela é mais ramificada”.

Para exemplificar o funcionamento da mente do empreendedor que faz parte da ‘Geração Y’, por jovens que ajudam na contratação pessoal que também tem poucos anos de mercado de trabalho. Essa é uma nova relação com a profissão.

“Ela é muito mais colaborativa dos que as gerações anteriores. Ou seja, ela não tem aquela necessidade de competir. Ela tem necessidade de crescer, de realizar e de fazer, mas não necessariamente de competir ou rivalizar com os outros”, diz Daniel. Nem sempre trabalhar em uma empresa tradicional agrada. “Eu mesmo me sentia bloqueado pela burocracia do formato tradicional de grandes grupos”.

A geração Y na Black Friday é uma geração que não pensa em carreira, mas em projetos. “Eu quero muito trabalhar em um lugar que preze pelo desenvolvimento e que nos dê diversas oportunidades para crescer e autonomia pra gente tocar os nossos projetos”, diz Daniel.

Essa desconexão levou a empresária de 25 anos, para o outro lado (empreendedor). “Eu comecei a empreender para poder montar um negócio da maneira que eu queria, com os valores que eu mais admirava”, diz Daniel.

Quando se percebe a relação ruim da geração com as empresas, viu uma oportunidade. “Quando a gente fala de processos de recrutamento, a forma com que a gente recruta hoje é muito parecida com a de 20 ou 30 anos atrás. Então, ali tinha oportunidade de trazer tecnologia, informação, dados, e tomar uma decisão mais embasada, saindo do feeling pra uma decisão mais baseada em informação”, diz.

Daniel é sócio que ajuda empresas crescerem por exemplo com a lógica de aplicativo de paquera (por exemplo): eles querem um “match”, fazer esse encontro dar certo. O teste precisa ser gratuito para o interessado. Quem paga é a empresa que vai usá-lo pois a preocupação é encontrar a pessoa certa para evitar a perda de tempo.

“Você treina aquela pessoa. Você dá toda aquela energia quando resolve sair. Aí acontece todo esse processo de recontratar, que você tem bem menos dinheiro, tempo, fôlego para continuar”.

Desejar um ambiente de trabalho em que tivesse autonomia e fosse protagonista passou por uma empresa de perfil mais tradicional, “me deu mais certeza que aqui eles valorizam o jeito de ser. Então, esse matching entre o colaborador e a organização é muito importante porque eu queria muito ter certeza que de gostar do lugar em pretendo trabalhar..

A geração Y na Black Friday

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